Portuguese poem
+Cxxxii.+
Taes contra Ignez os brutos matadores, No colo de alabastro, que sostinha As obras com que amor matou de amores Áquelle que despois a fez Rainha, As espadas banhando, e as brancas flores, Que ella dos olhos seus regadas tinha, Se encarniçavam férvidos, e irosos, No futuro castigo naõ cuidosos.