Portuguese poem
Lvi
Lagrima santa, lagrima de gosto Vertem olhos de Elvira; e um riso aberto Veio inundar-lhe de prazer o rosto Como uma flôr que abrisse no deserto. Se iam já longe as sombras do desgosto; Inda até li era o futuro incerto; Fez-lh'o certo o ancião; e a moça grata Beija a mão que o futuro lhe resgata.