Portuguese poem
Lxxii
A gloria? Tarde vens, pobre exilado! A gloria pede as illusões viçosas, Estro em flôr, coração electrisado, Mãos que possam colher ethereas rosas; Mas tu, filho do ocio e do peccado, Tu que perdeste as forças portentosas Na agitação que os animos abate, Queres colher a palma do combate?