Portuguese poem
Xciii
Desce o poeta, desce, e preso, e fito Nos bellos olhos do gentil infante, Treme, comprime o peito... e após um grito Corre alegre, exaltado e delirante, Ah! se jámais as vozes do infinito Podem sahir de um coração amante, Teve-as aquelle... Lagrimas sentidas Lhe inundárão as faces resequidas!