Portuguese poem
Xxxiii
Preparára-se ao moço um aposento. Oh! reverso da antiga desventura! Têl-o perto de si! viver do alento De um poeta, alma languida, alma pura! Dá-lhe, ó fonte do casto sentimento, Aguas santas, baptismo de ventura! Emquanto o velho, amigo de outra fonte, Vai mergulhar-se em pleno Xenophonte.