Portuguese poem
Xxxiv
Devo agora contar, dia por dia, O romance dos dous? Inutil fôra; A historia é sempre a mesma; não varia A paixão de um rapaz e uma senhora. Vivem ambos do olhar que se extasia E conversa co'a alma sonhadora; Na mesma luz de amor os dous se inflammam; Ou, como diz Philinto: «Amados, amam.»