Portuguese poem
Xvii
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
«Em quanto houver tezões, e em quanto o cono Fôr de arreitadas picas lenitivo, Sempre heide recordar-me, alto patrono, De que és de meus gostos o motivo: Pois me dás gloria no elevado throno, E já, como o veado fugitivo Que o caçador persegue, eu corro, eu corro A procurar as bordas, por quem morro.»