Portuguese poem
Iii
*A Cidade*
Em vão busco na velha e hostil Cidade, Beata amante, de gangrenas cheia, As dispersas raizes da Verdade, --Como uma flor n'um pateo de cadeia.
Quando, alta noute, D. Juan passeia, Ella põe-lhe em leilão a mocidade, Tratada com a mystica anciedade Com que um sabio cultiva a flor da Idea.
Mas, comtudo ninguem receia tanto O aspero Deus, e o lenho sacrosanto Da dorida tragedia do Calvario!
E, ó D. Juan, ás luzes das estrellas, Tu bem sabes se encontras nas viellas Mais de uma vez, perdido algum rosario!...