Portuguese poem
*O Amor Do Vermelho*
(Nevrose d'um Lord.)
A idéa de teu corpo branco amado, Belleza esculptural e triumphante, Persegue-me, mulher, a todo o instante, --Como o assassino o sangue derramado!
Quando teu corpo pallido, e brijado, Abandonas ao leito--palpitante, Quem jámais comtemplou em noute amante, Tentação mais cruel, tom mais nevado?!
No emtanto--duro, excentrico desejo! --Quisera as vezes que a dormir te vejo Tranquilla, branca, inerme, unida a mim....
Que o teu sangue corresse de repente, Fascinação da Côr!--e extranhamente, Te colorisse pallido marfim!