Portuguese poem
Ii
by António Pereira Nobre (1867–1900)
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Porque é que Deus aqui te poz á entrada Senão para destinos imperiaes? Do mar da India a viração salgada Respiral-a tu, antes dos mais. A vêr és tu, primeira, a alvorada E a ultima o sol nos fins occidentaes. Lisboa! quando eras pequenina Houve uma fada que te leu a sina?
Also available with a spoken translation into English in the reader.