Portuguese poem
V
by António Pereira Nobre (1867–1900)
Meiga Lisboa, mystica cidade! (Ao longe o sonho desse mar sem fim.) Que pena faz morrer na mocidade! Teus sinos, breve, dobrarão por mim. Mandae meu corpo em grande velocidade, Mandae meu corpo p'ra Lisboa, sim? Quando eu morrer (porque isto pouco dura) Meus Irmãos, dae-me alli a sepultura!