Portuguese poem
Ii
by Augusto de Oliveira Cardoso Fonseca
O cataclismo nada respeitava; Palacios, templos, casas destruia, E nos tristes destroços abysmava Os miseros que n'elles envolvia. Uma desgraça tal ninguem poupava Á grande mortandade, que fazia: E sob as cantarias deslocadas As gentes expiravam sepultadas.