Versos Portuguese Cláudio Manuel da Costa Deixemo-nos, Algano, de porfia

Portuguese poem

Deixemo-nos, Algano, de porfia

by (1729–1789)

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Deixemo-nos, Algano, de porfia; Que eu sei o que tu és, contra a verdade Sempre hás de sustentar, que a divindade Destes campos é Brites, não Maria!

Ora eu te mostrarei inda algum dia, Em que está teu engano: a novidade, Que agora te direi, é, que a cidade Por melhor, do que todas a avalia.

Há pouco, que encontrei lá junto ao monte Dous pastores, que estavam conversando, Quando passaram ambas para a fonte;

Nem falaram em Brites: mas tomando Para um cedro, que fica bem defronte, O nome de Maria vão gravando.