Poet
Cláudio Manuel da Costa
1729–1789
Portuguese
- A cada instante, Amor, a cada instante
- Adeus, ídolo belo, adeus, querido
- Ai de mim! como estou tão descuidado!
- Ai Nise amada! se este meu tormento
- Altas serras, que ao Céu estais servindo
- Antandra
- Apenas rebentava no oriente
- Apressa se a tocar o caminhante
- Aquela cinta azul, que o céu estende
- Aquele, que enfermou de desgraçado
- Aqui sobre esta pedra, áspera, e dura
- Bela imagem, emprego idolatrado
- Brandas ribeiras, quanto estou contente
- Breves horas, Amor, há, que eu gozava
- Breves horas, que em rápida porfia
- Campos, que ao respirar meu triste peito
- Clara fonte, teu passo lisonjeiro
- Continuamente estou imaginando
- Corino, vai buscar aquela ovelha
- De um ramo desta faia pendurado
- Deixa, que por um pouco aquele monte
- Deixemo-nos, Algano, de porfia
- Destes penhascos fez a natureza
- Em profundo silêncio já descansa
- Enfim te hei de deixar, doce corrente
- Entre este álamo, o Lise, e essa corrente
- Este é o rio, a montanha é esta
- Estes braços, Amor, com quanta glória
- Estes os olhos são da minha amada
- Eu cantei, não o nego, eu algum dia
- Eu ponho esta sanfona, tu, Palemo
- Fatigado da calma se acolhia
- Faz a imaginação de um bem amado
- Formosa é Daliana; o seu cabelo
- Formoso, e manso gado, que pascendo
- Há quem confie, Amor, na segurança
- I (Cantemos, Musa, a fundação primeira)
- II (Caía a noite, e apenas cintilava)
- III (As paixões acalmara de Garcia)
- Ingrata foste, Elisa; eu te condeno
- Injusto Amor, se de teu jugo isento
- IV (A continuar a marcha se dispunha)
- IX (Matéria é de coturno, e não…)
- Já me enfado de ouvir este alarido
- Já rompe, Nise, a matutina aurora
- Junto desta corrente contemplando
- Leia a posteridade, ó pátrio Rio
- Lembrado estou, ó penhas, que algum dia
- Lize
- Memórias do presente, e do passado
- Morfeu doces cadeias estendia
- Musas, canoras musas, este canto
- Não de tigres as testas descarnadas
- Não há no mundo fé, não há lealdade
- Não se passa, meu bem, na noite, e dia
- Não te assuste o prodígio: eu, caminhante
- Não te cases com Gil, bela serrana
- Não vês, Lise, brincar esse menino
- Não vês, Nise, este vento desabrido
- Neste álamo sombrio, aonde a escura
- Ninfas gentis, eu sou, o que abrasado
- Nise? Nise? onde estás? Aonde espera
- Onde estou? Este sítio desconheço
- Os olhos tendo posto, e o pensamento
- Ou já sobre o cajado te reclines
- Para cantar de amor tenros cuidados
- Parece, ou eu me engano, que esta fonte
- Pastores, que levais ao monte o gado
- Piedosos troncos, que a meu terno pranto
- Polir na guerra o bárbaro gentio
- Pouco importa, formosa Daliana
- Quando cheios de gosto, e de alegria
- Quando, formosa Nise, dividido
- Que feliz fora o mundo, se perdida
- Que inflexível se mostra, que constante
- Que molesta lembrança, que cansada
- Que tarde nasce o Sol, que vagaroso!
- Quem chora ausente aquela formosura
- Quem deixa o trato pastoril amado
- Quem és tu? (ai de mim!) eu reclinado
- Quem se fia de Amor, quem se assegura
- Se à memória trouxeres algum dia
- Se os poucos dias, que vivi contente
- Se sou pobre pastor, se não governo
- Sombrio bosque, sítio destinado
- Sonha em torrentes d'água, o que abrasado
- Sou pastor; não te nego; os meus montados
- Toda a mortal fadiga adormecia
- Torno a ver-vos, ó montes; o destino
- Tu sonora corrente, fonte pura
- Tu, ninfa, quando eu menos penetrado
- V (Magnífica, esquisita arquitetura)
- Valha-te Deus, cansada fantasia!
- VI (Na diáfana máquina presente)
- VII (A Madre de Mêmnon dourava a…)
- VIII (Entretanto que o Gênio se cansava)
- X (De Flégon e Pírois as rédeas…)