Portuguese poem
Meus Esplêndidos
by Cruz e Sousa (1861–1898)
Meus esplêndidos desejos Emigram, como beijos, Pelo azul espaço, em curvas, Rasgando essas brumas turvas; Pelo sol das primaveras, Batendo as asas brancas, Como, batem, quimeras...
Voai, andorinhas francas!