Portuguese poem
Essas flores, que uma figa
by Gregório de Matos (1636–1696)
Essas flores, que uma figa levam consigo, meu bem, grande mistério contêm contra a fortuna inimiga: pois deste amor na fadiga indo as flores sem abrolhos com tal figa nos refolhos, bem se vê, que em mil amores para vós vos mando as flores, e figas para meus olhos.