Poet
Gregório de Matos
1636–1696
Portuguese
- A cada canto um grande conselheiro
- A Deus vão pensamento, a Deus cuidado
- À Margem de uma Fonte
- A nossa Sé da Bahia
- A Nossa Senhora da Madre de Deus Indo Lá o Poeta
- A Nosso Senhor Jesus Christo Com Actos de Arrependido e Suspiros de Amor
- A quem não causa desmaio
- A quem não dá aos fiéis
- A Rainha celestial
- A um livreiro
- A um músico
- Agora que entre candores
- Agora que sobre a cama
- Agora saio eu a campo
- Ai de mim! Se neste intento
- Ai meu bem! ai meu Esposo!
- Ai que bem se deixa ver
- Ai quem soubera querer-vos!
- Ai quem tal bem merecera!
- Ai Senhor, quem alcançara
- Ai, Custódia! sonhei, não sei se o diga
- Ai, Lise, quanto me pesa
- Alma ditosa, que na empírea corte
- Alto Príncipe, a quem a Parca bruta
- Alto sermão, egrégio, e soberano
- Alto: divino impossível
- Amanheceu finalmente
- Amanheceu quarta-feira
- Amigo Bento Pereira
- Amigo capitão forte, e guerreiro
- Amigo Senhor José
- Amor, cego, rapaz, travesso, e zorro
- Anjo Bento
- Anjo no Nome
- Antes de ser fabricada
- Ao Braço do Mesmo Menino Jesus Quando Appareceo
- Ao mesmo Assumpto
- Ao Sanctissimo Sacramento Estando para Comungar
- Ao som de uma guitarrilha
- Apareceram tão belas
- Aqui chegou o Doutor
- Aqui jaz o coração
- Aqui jaz o coração
- Ardor em coração firme nascido!
- As comédias se acabaram
- Assim pois vós sabeis tudo
- Astro do prado, Estrela nacarada
- Basta, Senhor Capitão
- Bem disse eu logo, que éreis venturosa
- Bem-vindo seja, Senhor, Vossa llustríssima
- Bote a sua Casaca
- Briga, briga
- Brilha em seu auge a mais luzida estrela
- Buscando a Cristo
- Cansado de vos pregar
- Carregado de Mim
- Casou-se nesta Terra
- Clóris, nas festas passadas
- Com razão, divina neve
- Como corres, arroio fugitivo?
- Como exalas, Penhasco, o licor puro
- Como na cova tenebrosa, e escura
- Coplas
- Corrente, que do peito desatada
- Cresce o Desejo
- Da tua Perada mica
- Dama cruel, quem quer que vós sejais
- Dâmaso, aquele madraço
- Daqui desta Praia grande
- De flores, e pedras finas
- De uma dor de garganta adoecestes
- Debuxo singular, bela pintura
- Descrição da cidade de Sergipe D'el-Rei
- Deus, que é vosso amigo d'alma
- Discreta e formosíssima Maria
- Discreta, e formosíssima Maria
- Ditoso aquele
- Dizei, queridos amores
- Dizem, Senhor Capitão
- Do Prado mais ameno a flor mais pura
- Douto, prudente, nobre, humano, afável
- E bem que os descantei bastantemente
- É este memorial de um afligido
- É questão mui antiga, e altercada
- Em essa de cristal campanha errante
- Em três partes enterrado
- Emblema de amor mais puro
- Enfermou Clóri, Pastores
- Enfim, pois vossa mercê
- Entre aplausos gentis com luz preclara
- Entre as partes do todo a melhor parte
- Entrou um bêbado um dia
- Epílogos
- Era a Dominga primeira
- Errada a conclusão hoje conheça
- Escutai vossos efeitos
- Esperando uma bonança
- Esqueça-se o materno sentimento
- Essas flores, que uma figa
- Este mármore encerra, ó Peregrino
- Este Padre Frisão, este sandeu
- Este, Senhor, que fiz leve instrumento
- Eu sou aquele, que os passados anos
- Eu, que me não sei calar
- Exercite os mais subidos
- Faltava para alegria
- Fez-se a segunda jornada
- Filha minha Isabel, alma ditosa
- Filhós, fatias, sonhos, mal-assadas
- Finge que Defende a Honra da Cidade e Aponto os Vícios de Seus Moradores
- Flor em botão nascida, e já cortada
- Foi das Onze mil Donzelas
- Fui hoje ao campo da Palma
- Fui por amante ferido
- Furão das tripas, sanguessuga humana
- Generoso Dom Francisco
- Gosta Cristo de mostrar
- Grande comédia fizeram
- Herói Númen, Herói soberano
- Hoje é melhor ter mina, que ter fama
- Hoje os Matos incultos da Bahia
- Hoje pó, ontem Deidade soberana
- Horas contando, numerando instantes
- Inda está por decidir
- Isto faz-se à gente honrada?
- Isto, que ouço chamar por todo o mundo
- Jogaram a espadilha
- Lágrimas afetuosas
- Largo em sentir, em respirar sucinto
- Levantai minha humildade
- Liras
- Lobo cerval, fantasma pecadora
- Louvar vossas orações
- LXXI: Salve Rainha
- Mancebo sem dinheiro
- Mando buscar a resposta
- Mas se sois lince divino
- Meu amado Redentor
- Meu Capitão dos Infantes
- Meu capitão, meu amigo
- Meu Deus, que estais pendente em um madeiro
- Meu Deus, que será de mim?
- Meu Senhor Sete Carreiras
- Montes, eu venho outra vez
- Morreste, Ninfa bela
- Morro de desconfianças
- Na conceição o sangue esclarecido
- Na confusão
- Na oração, que desaterra
- Na parte da espessura mais sombria
- Não me espanto, que você
- Não sei, em qual se vê mais rigorosa
- Não te vás, esperança presumida
- Não vi em minha vida a formosura
- Naquele grande motim
- Nasce o Sol
- Nasces, Infanta bela, e com ventura
- Nasceste em pranto
- Nascestes bela, e fostes entendida
- Nesse precipício, Conde
- Neste mundo é mais rico
- Neste túmulo a cinzas reduzido
- No beco do cagalhão
- No culto, que a terra dava
- No dia em que fazia anos
- No Reino de Netuno submergido
- Nos assuntos, que dais à vossa fama
- Nos últimos instantes da partida
- Num dia próprio a liberalidades
- Nuvens, que em oposição
- O alegre do dia entristecido
- Ó caos confuso, labirinto horrendo
- Ó caso o mais fatal da triste sorte!
- Ó divina Onipotência!
- Ó magno serafim, que a Deus voaste
- O mundo vai-se acabando
- Ó poder sempre infinito
- O Senhor João Teixeira
- Ó Soberana Comida!
- Ó tu do meu amor fiel traslado
- Oh, quanta divindade, oh quanta graça
- Oitavas canto agora por preceito
- Ontem, Nise, a prima noite
- Ontem, senhor Capitão
- Ora quereis, doce Esposo
- Os dias se vão
- Padre Tomás, se Vossa Reverência
- Padre, a casa está abrasada
- Para esta Angola enviado
- Para Mãe, para Esposa, Templo, e Filha
- Perdoaime, meus amores
- Pica-flor
- Pois me deixais pelo jogo
- Pois me enfada o teu feitio
- Por entre o Beberibe
- Por vida do meu Gonçalo
- Porém justamente espera
- Porque a fama vos celebre
- Porque, quem em pão se encerra
- Preso entre quatro paredes