Portuguese poem
A um músico
by Gregório de Matos (1636–1696)
A um musico que levara uma sova de pau
Uma grave entoação Vos cantara, Braz Luiz, Se conta e diz, Por solfa de fá bordão; Pelo compasso da mão, Onde a valia se apura, Parecia solfa escura, Porque a mão nunca parava, Nem no ar nem no chão dava. Sempre em cima da figura.