Portuguese poem
A nossa Sé da Bahia
by Gregório de Matos (1636–1696)
A nossa Sé da Bahia, com ser um mapa de festas, é um presépio de bestas, se não for estrebaria: várias bestas cada dia vemos, que o sino congrega, Caveira mula galega, o Deão burrinha parda, Pereira besta de albarda, tudo para a Sé se agrega.