Versos Portuguese Gregório de Matos Para Mãe, para Esposa, Templo, e Filha

Portuguese poem

Para Mãe, para Esposa, Templo, e Filha

by (1636–1696)

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Para Mãe, para Esposa, Templo, e Filha Decretou a Santíssima Trindade Lá da sua profunda eternidade A Maria, a quem fez com maravilha.

E como esta na graça tanto brilha, No cristal de tão pura claridade A segunda Pessoa humanidade Pela culpa de Adão tomar se humilha

Para que foi aceita a tal Menina? Para emblema do Amor, obra piedosa Do Padre, Filho, e Pomba essência trina:

É logo conseqüência esta forçosa, Que Estrela, que fez Deus tão cristalina Nem por sombras da sombra a mancha goza.