Portuguese poem
Ó magno serafim, que a Deus voaste
by Gregório de Matos (1636–1696)
Ó magno serafim, que a Deus voaste Com asas de humildade, e paciência, E absorto já nessa divina essência Logras o eterno bem, a que aspiraste:
Pois o caminho aberto nos deixaste, Para alcançar de Deus também clemência Na ordem singular de penitência Destes Filhos Terceiros, que criaste.
A Filhos, como Pai, olha queridos, E intercede por nós, Francisco Santo, Para que te sigamos, e imitemos.
E assim desse teu hábito vestidos Na terra blasonemos de bem tanto, E depois para o Céu juntos voemos.