Versos English Luís de Camões Os Lusiadas

English poem

Os Lusiadas

by (1524–1580)

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“Tomámos o divino mantimento, Cum cuja graça sancta tantos dias, Sem outro algum terrestre provimento, Se sustentaram já Moysés e Helias: Pão, de quem nenhum grande pensamento, Nem sutís e profundas phantesias Alcançam o segredo, e virtude alta, Se do juizo a fé não suppre a falta.”

“Then to partake of Ghostly Meat we went, By whose most gracious boon so many days, Sans taste of other earthly nutriment, Erst were sustained Elias and Moysès: Bread, whose deep secrets ne thought eminent Ne subtle lore, ne soaring phantasies Shall ever fathom, ever plumb its might, An to dark Reason Faith deny her light.”

Lá na sublime Italia hum celebrado Antro secreto está, chamado Averno; Por onde o capitão Troiano ousado Ás negras sombras foi do escuro inferno. Por ali ha tambem um desusado Caminho, que vai ter ao centro interno Do mar, aonde o deos Neptuno mora: Por ali foi descendo Baccho agora.