Portuguese poem
Divina companhia, que nos prados
Divina companhia, que nos prados Do claro Eurotas, ou no Olympo monte, Ou sôbre as margens da Castalia fonte Vossos estudos tendes mais sagrados;
Pois por destino dos immoveis fados Quereis qu'em vosso número me conte, No eterno templo de Belorofonte Ponde em bronze estes versos entalhados:
Soliso (porque em seculos futuros Se veja da belleza o que merece Quem de sábia doudice a mente inflama)
Seus escritos, da sorte ja seguros, A estas aras em hũa mão offrece, E a alma em outra á sua bella dama.