Portuguese poem
Lxxviii
«Nada! exclama um philosopho amarello Pelas longas vigilias, afastando Um livro que ha de ver um dia ao prelo E em cujas folhas ia trabalhando. Pois eu, doutor de borla e de capello, Eu que passo os meus dias estudando, Hei de ler o que escreve penna ousada, Que a sciencia da vida acaba em nada?»