Portuguese poem
Lxxxi
Que! nem ao menos na sciencia havia Fonte que a eterna sêde lhe matasse? Nem no amor, nem no seio da poesia Podia nunca repousar a face; Atrás d'esse fantasma correria Sem que jámais as fórmas lhe palpasse? Seria acaso a sua ingrata sorte A ventura encontrar nas mãos da morte?