Portuguese poem
Lxxxii
A morte! Heitor pensára alguns momentos N'essa sombria porta aberta á vida; Pallido archanjo dos finaes alentos De alma que o céu deixou desilludida; Mão que, fechando os olhos somnolentos, Põe o termo fatal á humana lida; Templo de gloria ou região do medo, Morte, quem te arrancára o teu segredo?