Portuguese poem
Lxxxv
Ah! porque não ficou calmo e tranquillo Da ingenua moça nos divinos braços? Porque fugira ao casto e alegre asylo? Porque rompêra os mal formados laços? Quem pudera jámais restituil-o Aos estreitos, fortissimos abraços Com que Elvira apertava enternecida Esse que lhe era o amor, a alma e a vida?