Portuguese poem
Lxxxviii
Era a hora em que os serros do oriente Formar parecem luminosas urnas; E abre o sol a pupilla resplendente Que ás folhas sorve as lagrimas nocturnas; Frouxa briza amorosa e diligente Vai acordando as sombras taciturnas; Surge nos braços d'essa aurora estiva A alegre natureza rediviva.