Portuguese poem
Lxxxvi
Será tempo? Quem sabe? Heitor hesita; Tardio pejo lhe enrubece a face; Punge o remorso; o coração palpita Como se vida nova o reanimasse; Tenue fogo, entre a cinza, arde e se agita... Ah! se o passado alli resuscitasse Reviverião illusões viçosas, E a gasta vida rebentara em rosas!