Portuguese poem
Eco de Anarda
by Manuel Botelho de Oliveira (1636–1711)
Entre males desvelados, Entre desvelos constantes, Entre constâncias amantes, Entre amores castigados, Entre castigos chorados, E choros, que o peito guarda, Chamo sempre a bela Anarda; E logo a meu mal, fiel, Eco de Anarda cruel Só responde ao peito que Arda.