Versos Portuguese Visconde de Almeida Garrett João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett V

Portuguese poem

V

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E Adozinda sempre triste Vai sosinha pelo eirado Pelo jardim, pelo prado; Nem ja a divertem flores Em que punha o seu cuidado. Pelos sombrios verdores De sua espessa coutada Vaga á toa e derramada, Como a novilha perdida, Como a ovelha desgarrada A quem o tenro filhinho Lobo do mato levou: —Desfaz-se a mãe em balidos, Que de ninguem são ouvidos, E o filhinho não tornou!