Portuguese poem
Os pastores de Virgílio tocavam avenas e outras cousas
by Alberto Caeiro (1888–1935)
Os pastores de Virgílio tocavam avenas e outras cousas E cantavam de amor literariamente. (Depois — eu nunca li Virgílio. Para que o havia eu de ler?)
Mas os pastores de Virgílio, coitados, são Virgílio, E a Natureza é bela e antiga.