Portuguese poem
Ix
by António Pereira Nobre (1867–1900)
Pois tenho pena, amigo, tenho pena; Levanta-te d'ahi, meu dorminhoco! Que falta fazes á Lisboa amena! Anda vêr Portugal! parece louco... Que patria grande! como está pequena! E tu dormindo sempre ahi no «choco». Ah! como tu, dorme tambem a Arte... Pois vou-me aos toiros, que o comboio parte!