Portuguese poem
O povo
by António Pereira Nobre (1867–1900)
O luar averte as orvalhadas sobre a rua! Jezus! que lindo...
Vamos! depressa! Vem, faze-me a cama, Que eu tenho somno, quero-me deitar! Ó velha Morte, minha outra ama! Para eu dormir, vem dar-me de mamar...