Portuguese poem
Iv
by Augusto Gil (1873–1929)
A Ladislau Patricio
Os olhos do sabio estão na sua cabeça: o insensato anda em trevas: e aprendi que era uma e mesma a morte dum e doutro.
(Capit. II, v. 14)
O sabio tem os olhos da razão Além desses que tu na fronte levas, Oh nescio que sem guia e sem bordão Vaes pela vida a caminhar nas trevas...
(E d'ahi? E depois? Se surge um incidente, Fere indistinctamente Ou ambos elles, ou qualquer dos dois...)