Versos Portuguese Auta de Souza Irineo

Portuguese poem

Irineo

by (1876–1901)

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Num dia turvo assim foi que partiste Cheio de dor e de tristeza cheio. Eu fiquei a chorar num doudo anceio Olhando o espaço merencorio, triste.

Não sei se magua mais profunda existe Que esta saudade que me opprime o seio, Pois a amargura que ferir-me veio Naquelle dia, ó meu irmão! persiste.

Os annos que se foram! Emtanto eu scisnio A todo o instante, no profundo abysmo Que veio a morte entre nós dous abrir.

Mas cada noute, n’aza de uma prece, Ou num raio de sol quando amanhece, Vejo tu’ alma para o ceu subir...