Portuguese poem
Sancta Virgo Virginum
by Auta de Souza (1876–1901)
Ai! quantas vezes, quantas! A minha fronte inclina Orando a ti, divina, O’ Santa entre as mais santas!
O’ Virgem tão serena! Tu és meu sonho doce, Perfume que evolou-se De um seio de Açucena!
Amada creatura, Lança-me estremecido O teu olhar, ungido De immacula doçura!
O’ Arco da Alliança, Celeste e branco lirio, Salva-me do martyrio, Senhora da bonança!
Envolve no teu véo A minha triste sorte, E mostra-me na morte A porta de teu Céo!