Portuguese poem
Engrinaldada de rosas
by Cruz e Sousa (1861–1898)
Engrinaldada de rosas, Surge a manhã pitoresca... Que linda aquarela fresca Nas veigas deliciosas!
Que bom gosto e perfumosas Frutas traz, madrigalesca A rapariga tudesca Que vem das searas cheirosas!
Como os rios vão cantando, Em sons de prata, ondulando, Abaixo pelos marnéis!
Que carícia nas verduras, Que vigor pelas culturas, Que de ouro pelos vergéis!