Portuguese poem
Xviii
Rompia a manhã, rompia Alegre como um trinado, E eu ia triste e calado, No meio d'essa alegria, Por entre as flôres do prado... Rompia a manhã, rompia...
Vendo-me, as flôres do prado Mais as rosas do silvedo Cochicharam em segredo... E erguendo os olhos, a medo, Num tom de voz repassado Da mais branda languidez: «Como elle vae irritado, «Os olhos fitos no chão! «Perdôa por esta vez, «Não ralhes com ella, não?»