Portuguese poem
Ii
by Jaime de Magalhães Lima (1859–1936)
Assim caudais de amor, e esses somente, me recebessem horas do meu peito, quantas meu coração puder contar, ou na mágoa e na dor ou na alegria, e todas elas as levassem celeres, na candidez das águas baptizando-as, a perder-se, Senhor, na imensidade da bondade infinita do teu seio!