Portuguese poem
Sôbre os rios do Reino escuro, quando
Sôbre os rios do Reino escuro, quando Tristes, quaes nossas culpas o ordenárão, Lagrimas nossos olhos derramárão, Por ti, Sião divina, suspirando,
Os que hião nossas almas infestando, De contino em error, as captivárão; E em vão por nossos Psalmos perguntárão; Que tudo era silencio miserando.
Dizendo estamos: Como cantaremos As acceitas canções a Deos benino, Quando a contrarios seus obedecemos?
Mas ja, Senhor só Santo, determino, Deixando viciosissimos extremos, Os cantos proseguir de Amor Divino.