Portuguese poem
Cleon, Myrto, Lysias
LYSIAS (entrando.)
Amor, nunca sonhado. Se a musa d'elle és tu!
CLEON.
Lysias!
MYRTO.
Ouviste?
LYSIAS.
Ouvi. Versos que Anacreonte houvera feito a ti, Se vivesses no tempo em que, pulsando a lyra, Estas odes compôz que a velha Grecia admira.
(A Cleon.)
Quer fallar-te um sujeito, um Clinias, um colega, Ex-mercador, como eu.
MYRTO.
Ai, que importuno!
LYSIAS.
Allega Que não póde esperar, que isto não póde ser, Que um processo... A final não n'o pude entender. Pode ser que comtigo o homem se accommode. Prometeste talvez compor-lhe alguma ode?
CLEON.
Não. Adeus, bella Myrto; espera-me um instante.
MYRTO.
Não tardes!
LYSIAS (á parte.)
Indiscreta!
CLEON.
Espera.
LYSIAS (á parte.)
Petulante!