Versos Portuguese Manuel Botelho de Oliveira Anarda vendo-se a um espelho

Portuguese poem

Anarda vendo-se a um espelho

by (1636–1711)

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Anarda, que se apura Como espelho gentil da fermosura, Num espelho se via, Dando dobrada luz ao claro dia; De sorte que com próvido conselho Retrata-se um espelho noutro espelho.