Portuguese poem
+Soneto Xii.+
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
Não mais, Nynfas gentis do Téjo undoso, Pungidas de alta dor, vagueis insanas: Croai-vos de floridas espadanas, Ou de grinaldas de coral ramoso.
Já não rechinão do arco sanguinoso D'atroz Doença as séttas inhumanas Contra o Cysne que as ondas Tagitanas Enfrêa com o Carmen portentoso.
Serpes da Inveja, Serpes agoireiras, Emmudecei, que a válida Saude Assoma, entre Esperanças lisonjeiras.
Vem, bella Deosa, ao Vate Elmano acude, Que eu grato forjarei nestas Ribeiras Hymnos, batidos na Thebana incude.
Pelo Bacharel Domingos Maximiano Torres.