Portuguese poem
+Soneto Viii.+
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
Não mais, ó Tejo meu, formoso, e brando, Á márgem, fértil de gentis verdores, Terás d'alta Ulysséa hum dos Cantores, Suspiros no áureo metro modulando.
Rindo não mais verá, não mais brincando Por entre as Nynfas, e por entre as Flores O Côro divinal dos nús Amores, Dos Zéfyros azues o affavel Bando.
Co'a fronte já sem myrto, e já sem loiro, O arrebata de rôjo a mão da Sórte Ao Clima salutar, e á márgem de oiro.
Ei-lo em Fragas de horror, sem luz, sem nórte; Sôa daqui, dalli piado Agoiro: Sois vós, Desterro etérno, Ermos da Mórte!
Carmina Pastoris Siculi modulabor avenâ.
Virgil. Eclog. 10.