Portuguese poem
Vontade de dormir
by Mário de Sá-Carneiro (1890–1916)
Fios de ouro puxam por mim A soerguer-me na poeira - Cada um para o seu fim, Cada um para o seu norte.
-Ai que saüdades da morte...
Quero dormir...ancorar...
Arranquem-me esta grandeza! -Pra que me sonha a beleza, Se a não posso transmigrar?...