Versos Portuguese Mário de Sá-Carneiro Inter-Sonho

Portuguese poem

Inter-Sonho

by (1890–1916)

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Numa incerta melodia Toda a minh'alma se esconde. Reminiscencias de Aonde Perturbam-me em nostalgia...

Manhã d'armas! Manhã d'armas! Romaria! Romaria!

. . . . . . . . . . . . . . .

Tacteio... dobro... resvalo...

. . . . . . . . . . . . . . .

Princesas de fantasia Desencantam-se das flores...

. . . . . . . . . . . . . . .

Que pesadelo tão bom...

. . . . . . . . . . . . . . .

Pressinto um grande intervalo, Deliro todas as côres, Vivo em roxo e morro em som...

Paris 1913--maio 6.

IV--Alcool