Portuguese poem
Symbolum
Que flora na alma se abre acesa! E à noite em festa do meu pensamento Vens, oh! Lua nevada de tristeza! Pára, fogo-fantasma... Astro agoirento!
Se a carne, em ti, soluça, e reza... E me atiras abraço nevoento, - Nesse horizonte a que te quero presa, Arde, oh fogueira branca! Oh! Sofrimento!
E apaga-te! No céu, que espaço resta A tua face histérica e medrosa, Lua de Dor à noite em festa?
Cada estrela, embriagada, te maltrata... Canto! Minha alegria, caprichosa, (...), aos teus ais tange liras de prata!