Portuguese poem
O Jenipapo
by Sílvio Romero (1851–1914)
Meu jenipapo doce, Alívio de toda a tarde, Bem pudera me levar Para alívio de meus males. "Fique-se com Deus, meu bem, Meu jenipapo gostoso; Que no tempo que eu lhe amava, Por você me desvelava, É porque sempre cuidava Que você firme seria; Mas já que chegou o dia De você de mim se esquecer, Procurando a quem foi seu, Pode viver na certeza Que pra mim você morreu.