Portuguese poem
Diz Tomás Pinto Brandão
by Tomás Pinto Brandão (1664–1743)
DÉCIMA Diz Tomás Pinto Brandão, estrangeiro na Baía, a quem Vossa Senhoria faz natural da prisão, porquanto está sem reção, como todo o mundo vê (se acaso crime não é querer a fome matar), pede lhe dem de jantar e receberá mercê.